Vou Leu #1

10 novembro 2011
Por que segunda-feira? Segunda-feira é o dia em que devolvo os livros que estou e vou a biblioteca, ou seja, o dia em que tenho os livros que lerei durante a semana ou o mês. Esta semana peguei quatro, sendo um de uma colega, um da escola e o outro da Demonstrativa – uma maravilha de biblioteca aqui em Brasília. Vamos ao que interessa!
Comer, Rezar, Amar de Elizabeth Gilbert: Se você tem a coragem de deixar para trás tudo que lhe é familiar e confortável (pode ser qualquer coisa, desde a sua casa aos seus antigos ressentimentos) e embarcar numa jornada em busca da verdade (para dentro ou para fora), e se você tem mesmo a vontade de considerar tudo que acontece nessa jornada como uma pista, e se você aceitar cada um que encontre no caminho como professor, e se estiver preparada, acima de tudo, para encarar (e perdoar) algumas realidades bem difíceis sobre você mesma... então a verdade não lhe será negada.

Elizabeth Gilbert da Editora Objetiva. A capa em inglês é um amor (mostro na resenha). Me disseram que é um livro onde a personagem principal está tentando se encontrar me pareceu algo de auto-ajuda, não gosto muito desse gênero de livro, mas quero tirar minha própria conclusão certo.

 Memórias de uma Gueixa de Arthur Golden: Memórias de uma Gueixa é um romance fascinante para ser lido de várias maneiras: como um mergulho na tradicional cultura japonesa, ou um romance sobre a sensualidade, e ainda, como uma descrição minuciosa da alma de uma mulher já apresentada por um homem.

Está pequena descrição não me pareceu lá muito atraente, mas como uma amiga minha me indicou eu aceitei claro – tenho mania de não recusar indicações. É da Imago Editora e tem uma casa bem bonita.

Filha de Feiticeira de Celia Rees: Moramos num chalezinho bem na borda da floresta – minha avó, eu, o gato dela e o meu coelho. Morávamos. Não moramos mais.
Vieram uns homens e a levaram. Homens de roupa preta e chapéus tão altos quanto campanários. Enfiaram uma lança no gato e arrebentaram a cabeça do coelho contra a parede. Disseram que não eram criaturas de Deus, mas demônios familiares, o próprio Diabo disfarçado. Lançaram a massa de pelo e carne no monturo e ameaçaram fazer o mesmo comigo e com ela, caso não confessasse seus pecados. Depois a levaram embora.

Este livro peguei por achar a capa interessante – quase todas as capas pretas pra mim são interessantes. A história contada acima foi o que me chamou a atenção e me fez pegá-lo. Ele é da Editora Cia das Letras, uma literatura de infanto juvenil.

Água para Elefantes de Sara Gruen: Água para Elefantes é tão envolvente que seus personagens continuam vivos muito depois de termos virado a última página. Sara Gruen nos transporta a um mundo misterioso e encantador, construído com tamanha riqueza de detalhes que é quase possível respirar sua atmosfera.


Este uma amiga minha me indicou, ele é da Editora Arqueiro e tem uma conta a história de um homem quando jovem. A capa do que eu peguei é igual a essa a do filme, mas tem uma capa diferente que achei mais bonita (na resenha eu mostro). A história não me atraiu não, mas como já disse não recuso indicações e este foi muito bem recomendado. Este é mais um que quero tirar minhas próprias conclusões.
As meninas dizem que sou gulosa por livros. Fazer o que né, tem gente que entende esses vícios. É isso essas serão minhas próximas leituras, espero que tenham gostado e acompanhem as resenhas.

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